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Turismo

O que você faria na beira dos 430 mts da Cachoeira da Fumaça?

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Você é o tipo de pessoa que abraça loucamente a cadeira quando confrontado com lugares altos?

Se a resposta for sim, você iria se encaixar bem com este grupo de turistas fazendo uma visita à Cachoeira da Fumaça. O grupo todo está deitado no chão, contorcendo-se nervosamente em direção a borda de um rochedo, um abismo de 430 mts de altura, de onde se pode ver a queda da cachoeira.

Se a resposta for não, parabéns! Agora você pode sair com um dos guias de Lençóis conhecido como Puma, que neste vídeo fica a dois passos da morte, proclamando na sua voz mais indiferente: “É apenas 420 metros …”

Você pode ver esse destemido e insano guia abaixo:

Chapada Diamantina, um roteiro imperdível

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Situada no coração da Bahia, a Chapada Diamantina compreende uma das mais belas paisagens de eco-sistema de montanha, apresentando elevações razoáveis e clima ameno durante quase todo ano, esfriando apenas nas noites de inverno.

Nesta vastidão verde de serras e vales correm rios cristalinos, caem cascatas e cachoeiras e grandes espelhos d´agua refletem um céu azul profundo. A Chapada é como um oásis no meio do sertão.

 

Conhecer essa região e todos os seus atrativos requer, além de tempo, um verdadeiro espírito de aventura; para andar em trilhas, escalar morros, atravessar matas e alcançar locais incomparáveis, cuja beleza só pode ser descrita com os próprios olhos.

 

Ecos do Passado

A serra do Espinhaço, que corta o Brasil central, de Minas Gerais a Bahia, apresenta em sua porção norte uma paisagem grandiosa, com chapadões, vales, cavernas e formações rochosas peculiares. É a Serra do Sincorá, de onde se descortina a Chapada Diamantina.

Trata-se de um terreno de origem geológica muito antiga, primeiramente trabalhado pelo mar e, quando as águas foram expulsas, pelo vento. Acredita-se que os principais monumentos naturais da região, o Morro do Pai Inácio, o Morrão e o Morro do Camelo, são originários do Proterozóico Médio, entre 1 e 1,7 bilhões de anos atrás.

Os primeiros bandeirantes chegaram na Chapada em busca do ouro, no início do século XVIII. No início do século XIX já se sabia que havia diamantes ali, mas a notícia foi mantida em segredo pelas autoridades. Em 1844, porém, com a descoberta de diamantes em Mucugê, milhares de exploradores vieram a região, dando origem a povoados que se transformaram em cidades: Mucugê, Rio de Contas, Barra da Estiva, Xique Xique de Igatu, Andaraí, Palmeiras e Lençóis. Essa última chegou a ser a segunda maior cidade da Bahia.

O passado de mineração de diamante levou a alterações de leitos de rios, assoreamentos e desmatamentos na região. Hoje, quando subsistem apenas alguns poucos mineradores artesanais, essa ameaça não exites mais. O Perigo maior está nas frequentes queimadas, que afetam a Chapada na estiagem.

 

 

Chapada Diamantina é indicada como uma das 20 maravilhas do mundo

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A Chapada Diamantina, na Bahia, foi indicada pelo Portal Terra como uma das 20 grandes maravilhas da natureza em todo o mundo. A galeria, que compõe a página Vida e Estilo, elenca, além da Chapada, outras quatro localidades brasileiras: Fernando de Noronha (PE); Lençóis Maranhenses (MA); Cataratas do Iguaçu (entre Brasil e Argentina); e o Monte Roraima, localizado entre Brasil e Venezuela. Entre os mais bonitos ambientes naturais do mundo, o portal também cita o Monte Fuji (Japão), os Lagos de Plitvice (Croácia) e as Torres el Paine (Chile).

O Parque Nacional da Chapada Diamantina, localizado no coração da Bahia, foi destacado pelo Terra como “um excelente destino turístico para praticar trekking em meio a visuais impressionantes e para praticar esportes radicais como rafting e rapel”.

Além das belezas, que encantam visitantes vindos de todos os cantos do mundo, a exemplo da Cachoeira da Fumada, Poço Azul e Gruta da Pratinha, a Chapada Diamantina também reserva uma cultura peculiar e uma rica história, com destaque para o ciclo diamantífero que transformou a região nem um verdadeiro garimpo a céu aberto.

Voo deixa região a 55 minutos de Salvador

A região da Chapada Diamantina engloba 40 municípios turísticos, a uma distância de mais de 400 quilômetros, que podem ser percorridos de carro ou de ônibus. Para ter acesso facilitado, o turista pode partir de Salvador em um dos voos oferecidos pela Trip Linhas Aéreas, com saídas da capital baiana às quintas-feiras. O trecho de volta sempre é oferecido aos domingos. O tempo de voo entre os aeroportos de Salvador e de Lençóis é de aproximadamente 55 minutos.

Os amantes da natureza encontram na Chapada Diamantina opções de lazer durante todo o ano. Do verão ao inverno, os visitantes podem fazer desde programas leves – pequenas trilhas como a do Projeto Sempre Viva, no município de Mucugê, e visitas às vilas como a do Vale do Capão, no município de Palmeiras, e Igatu, em Andaraí – até atividades mais radicais, mais as trilhas da Cachoeira da Fumaça e do Vale do Pati, em que é preciso acampar e dormir em meio à natureza.

A temperatura na Chapada Diamantina é quase sempre alta durante o dia e aconselha-se que o visitante use roupas leves e claras. Já à noite, o friozinho faz com que todos se agasalhem. Durante o inverno, quando a temperatura cai bastante durante a noite, alguns hotéis e restaurantes servem fondue, acompanhado por bons vinhos, para quebrar o frio. A temperatura média durante a noite é de 15 a 18 graus.

Para quem gosta de música, boas pedidas são os festivais de Lençóis e de Jazz do Capão (Palmeiras). Durante os dias de festa, os visitantes costumam aproveitar para curtir as atrações ecoturísticas, mas a noite é de muito agito ao som de músicos brasileiros e estrangeiros. Já passaram pelos festivais nomes como Lenine, Sandra de Sá, Gilberto Gil, Naná Vasconcelos e a Orkestra Rumpilezz.

Evento mundial de Mountain Bike na Chapada

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Entre 23 e 29 de outubro, a região da Chapada Diamantina, interior da Bahia, recebe a segunda edição da Brasil Ride, a maior ultramaratona em mountain bike da América Latina. A prova terá sete etapas, uma por dia, partindo da cidade de Mucugê até Rio de Contas.

O percurso da prova tem mais de 600 km, sendo que quase 11 mil metros apenas de subidas. Competidores de 18 países estão envolvidos, separados por duplas em quatro categorias: Open (masculino), Feminino, Misto e Master (acima de 40 anos).

Entre eles, um nome de peso do esporte: o espanhol Roberto Heras, tricampeão da Vuelta a España e vencedor de etapas da Tour de France e Giro d’Italia, as três maiores competições do ciclismo mundial.

“Para mim, é um orgulho compartilhar sete dias de competição com pessoas que amam nosso esporte. Tenho a dizer que desfruto o ciclismo tanto quanto eles e que estou excitado para que chegue logo o dia 23 de outubro para começar a Brasil Ride”, comenta Heras.

Fiel escudeiro do lendário Lance Armstrong – americano sete vezes campeão da Tour de France -, Roberto Heras aposentou-se do ciclismo em 2005. Desde então, se dedica às ultramaratonas de mountain bike. Na nova modalidade, o espanhol já conquistou, por três vezes, a Titan Desert, prova realizada no deserto marroquino, com mais de 600 km de percurso.

“Existem diferenças importantes no ciclismo de estrada e no de montanha (MTB). A principal é ter uma boa técnica de condução da bicicleta. Outro aspecto muito importante é saber poupar a energia no MTB e conseguir descer as trilha, pois se pode ganhar ou perder muito tempo neste tipo de situação, dependendo da habilidade do ciclista”, descreve Heras.

O espanhol formará dupla com o português Luis Leão Pinto, tricampeão da XCM e um dos grandes nomes do esporte entre os lusos. Além deles, marcam presença os tchecos Robert Novotny e Kristian Hynek, atuais campeões da prova na categoria Open e os brasileiros Ricardo Pscheidt e Gilberto Gois, terceiros na edição 2010 da Brasil Ride.

fonte: Jornal Atarde

Festival de Corais em Mucugê

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Em sua terceira edição, o Festival Vozes na Chapada reúne 15 corais que se apresentam de quinta-feira a sábado (4 a 6/08/11) na cidade de Mucugê, na Chapada Diamantina.

Este ano o evento presta homenagem à maestrina Eunice Rangel e conta com concertos na Câmara Municipal de Mucugê, na Igreja Matriz Santa Isabel e na Praça dos Garimpeiros.

Também serão realizadas apresentações paralelas, atividades eco-culturais no sítio ecológico do Projeto Sempre Viva e uma passeata dos cantores na rua Dr. Rodrigues de Lima, com a participação da Filarmônica de Mucugê.

A programação conta, ainda, com duas oficinas: uma de Técnica Vocal Especializada, ministrada pela professora Ana Paula Barreto, e outra de Teoria Musical, com o professor Saulo Gama. Toda a programação é gratuita.

*Fonte: Correio da Bahia

Exposição Circuitos Arqueológicos será levada à Chapada Diamantina

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Foto: Uirá Meneses

Até julho deste ano, cinco municípios da Chapada Diamantina recebem a exposição Circuitos Arqueológicos, que reúne 60 itens, entre fotografias, objetos, documentos antigos, painéis de pinturas rupestres e mapas com roteiros de visitação para turistas. A mostra é iniciativa do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (Ipac), autarquia da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), que realiza, desde 2008, pesquisas e mapeamento do acervo arqueológico-cultural da região para criar circuitos arqueológicos turísticos.

O diretor-geral do Ipac, Frederico Mendonça, explica que o objetivo do projeto é fazer com que os patrimônios arqueológicos passem a ser incluídos também no turismo cultural do estado. As cidades da Chapada, que detêm conjuntos arquitetônicos tombados pela União, são divulgadas e têm infraestrutura necessária para recepção de turistas, enquanto os sítios arqueológicos ainda não dispõem desse perfil receptivo.

A expectativa é que a implantação dos Circuitos, em parceria com prefeituras da Chapada, as secretarias estaduais do Turismo (Setur), da Educação (SEC), do Meio Ambiente (Sema) e de Desenvolvimento Urbano (Sedur), possibilite mais vetores de desenvolvimento sustentável para os municípios da região.

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) foi convidada para criar os Circuitos, com pesquisas e manejos de Sítios de Arte Rupestre. Os trabalhos começaram em 2008, quando o Ipac realizou o Fórum de Patrimônio Material da Bahia, em Lençóis, com a coordenação do renomado arqueólogo Carlos Etchevarne, PhD pelo Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra e doutor em Pré-História pelo Museu de História Natural de Paris.

Oficinas

O projeto Ipac/Ufba mapeou 57 sítios arqueológicos e propõe oito roteiros culturais na Chapada que passam por cidades do século 19, belas paisagens, rios, antigas estradas, cavernas e sítios de pinturas rupestres. Alguns itens da mostra foram criados a partir de oficinas nas cidades e povoados da Chapada.

“Realizamos oficinas antes dos circuitos para conscientizar populações porque bens arqueológicos e naturais nem sempre são vistos como patrimônios culturais identitários e vetores para o desenvolvimento local”, diz a coordenadora de Educação Patrimonial do instituto, Ednalva Queiroz. Participaram professores, alunos, guias turísticos, funcionários das prefeituras e líderes comunitários para formar um grupo de agentes patrimoniais. O Ipac pretende ainda buscar capacitação para os agentes municipais elaborarem projetos culturais e articular ações com instituições da Secult como Fundação Pedro Calmon e Fundação Cultural do Estado.

Na sexta-feira da semana passada (29), foi realizada exposição no município de Wagner. Nesta quinta (5), a mostra acontece às 19h, na cidade de Iraquara, localizada a 580 quilômetros de Salvador. As próximas cidades serão Seabra (28) e Palmeiras (4 de junho), Lençóis (10 de junho) e Morro do Chapéu (8 de julho).

Chapada

Localizada no centro do estado da Bahia, a Chapada Diamantina é famosa internacionalmente por suas imponentes serras formadas a partir de 1,7 bilhão de anos, totalizando aproximadamente 38 mil quilômetros quadrados, com imensa riqueza natural e patrimônios arqueológicos, principalmente pinturas rupestres, cavernas e vestígios fósseis pré-históricos animais e vegetais.

Cenário Music Club

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Para aqueles que querem aproveitar o máximo da sua estadia em Lençóis, esticando seu dia com música, filmes ou algo mais cultural uma boa opção é checar o programa semanal do Cenário. Esse clube de música fica bem no centro de Lençóis, logo ao lado do Mercado Cultural e sempre tem bons concertos nos finais de semana. No espaço você poderá apreciar os premiados blends de café da região e também saborear drinks especiais.

A programação semanal do clube você encontra no site deles. Segue a dica para os finais de semana em Lençóis.

www.cenariolencois.blogspot.com

 

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