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Atrações Principais

Piatã

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A mais alta cidade serrana de todo o Nordeste (1180 m de altitude) e a mais antiga povoação da Chapada Diamantina é Piatã, que fica num platô entre as serras da Tromba – um prolongamento das Serra da Mantiqueira, onde estão as nascentes do Rio de Contas e do Rio Machado – e do Santana, com sua capela do Senhor do Bonfim.

O povoamento começou em meados do século XVII com a descoberta, por garimpeiros, de minas nas Serras da Tromba e do Santana, o que atraiu grande número de aventureiros à procura de ouro e pedras preciosas. Formou-se no município de Minas do Rio de Contas, atual Rio de Contas, o povoado de Bom Jesus dos Limões, atual Piatã, que nasceu às margens da Estrada Real, o caminho aberto pelo sertanista Pedro Barbosa Leal, em 1725, ligando Rio de Contas à Jacobina. É desta época a Igreja Matriz de Bom Jesus, situada na praça Vigário Souza e a Capela de Nossa Senhora do Rosário.

As festas juninas são as mais comemoradas, tanto na zona urbana quanto na rural e se caracterizam pela mesa farta de produtos típicos da época e por um “friozinho” que pode chegar a 3 ou 4º C. A média da temperatura anual nunca ultrapassa os 20º C. Nas noites de junho, as mais frias do ano, em todas as residências, há sempre um licor artesanal e um “quentão” – bebida típica da região – ou um café quentinho, plantado e colhido nos quintais da cidade.

As cachoeiras do Patrício, do Cochó, do rio de Contas, da Malhada da Areia, o Encontro das Águas, os Gerais do rio de Contas, a Bica do Machado, as serras do Santana, do Navio, da Tromba e os Três Morros, estão entre os principais atrativos naturais de Piatã, que fica a fica a 568 km de Salvador. O nome Piatã vem do tupi e significa “pé firme”, “a fortaleza”.

>> Onde Ficar em Piatã

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Vale do Capão

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Localizado no município de Palmeiras, a 445km de Salvador, o Vale do Capão resguarda paisagens deslumbrantes. O cenário é basicamente composto por grandes cachoeiras, áreas de Mata Atlântica, montanhas de até 1.500 metros, dentre outras preciosidades naturais. Não é à toa que o lugar detém famosíssimos paraísos ecológicos, como o Gerais do Vieira, o Rio Preto, o imonente Morrão e o abismo onde caem as águas da Cachoeira da Fumaça – a mais alta do Brasil.

O clima tropical, com temperatura média anual variando entre 22° e 24°C, favorece todos os tipos de passeios. Um dos mais cogitados entre os visitantes é o ecoturismo, garantido pelas belezas que acompanham as famosas caminhadas. Elas podem ser feitas por trilhas mais longas, como a que segue do Vale até Lençóis, ou as mais curtas, a exemplo das que ligam pontos turísticos e algumas comunidades. A diferença do Capão para os outros locais da Chapada está no conceito que foi desenvolvido há mais de 20 anos. O lugarejo já teve o garimpo como sua principal atividade, assim como o restante da Chapada. Os garimpeiros se aventuravam pelas serras, riachos, rios e tocas à procura de diamantes. Com a chegada dos alternativos, ainda embalados pelo sonho dos anos 70, a vida no Capão mudou completamente.

Ao contrário dos garimpeiros, que buscavam a concentração de riquezas, as comunidades alternativas não queriam extrair nada do lugar, e sim somar. Um grupo de oito pessoas resolveu fundar uma comunidade, chamada de Lothlorien – palavra que, em celta, quer dizer “sonho dourado”. Neste projeto destaca-se a figura do médico naturalista Áureo Augusto, que, depois de curar-se de uma doença através do naturismo, resolveu criar uma clínica voltada para a cura através de técnicas alternativas.

 

Como Chegar:

Ônibos:
O primeiro passo pra quem quer chegar no Vale do Capão vindo de ônibos é chegar em Palmeiras (44 km de Lençóis). A empresa Real Expresso faz o percurso Salvador-Seabra, passando por Palmeiras 3 vezes por dia. Para comprar on-line acesse o site da empresa: www.realexpresso.com.br

 

>> Onde ficar no Vale do Capão

 

Fonte: Bahia.com.br

Cachoeira da Fumaça por baixo

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Esta é uma caminhada espetacular, mas muito difícil e cansativa, definitivamente não adequada para todos – com muitas subidas e descidas acidentadas ou sobre as pedras nos rios. É também normal nesse tipo de trilha que todos carreguem seus próprios equipamentos, no qual inclui barraca, saco de dormir e isolante, roupas e aprox. 2 kg de comida por pessoa. É possível também fazer esta caminhada com carregadores com um custo extra. As noites são passadas em barracas ou em pequenas grutas e, se o tempo permitir, à céu aberto.

Seu guia irá preparar o café da manhã e jantar nos acampamentos. Almoço é normalmente um lanche e são feitos normalmente em lugares para se banhar ou com uma linda vista..

1º dia

Cachoeira da Fumaça

Cachoeira da Fumaça

Saída de Lençóis em uma leve caminhada durante a manhã e depois uma longa subida pela Serra do Veneno (2hrs) avistando as magníficas paisagens, indo até a Toca da Onça para um lanche (não se preocupe! A onça saiu pra um lanchinho).

Pela tarde, sua caminhada é recompensada com um banho na Cachoeira do Palmital (foto à direita). Nesta noite, o acampamento é feito na Cachoeira do Capivara. (foto abaixo)

2º dia

– Saída da Cachoeira do Capivara e subida do rio até o afluente dos rios Capivara e Fumaça e a Toca da Fumaça. Lá deixamos nossas mochilas e continuamos a subir o leito do Rio Fumaça pelas pedras, com muita atenção, principalmente quando molhado, o chão pode ficar muito escorregadio.

Depois de 2 hrs chegamos embaixo da magnífica Cachoeira da Fumaça com seus 430 metros de altura. Depois do lanche, aproveitamos para nadar no poço abaixo desse gigantesco chuveiro como você nunca imaginou! Retorno ao acampamento.

 

 

3º dia

– Deixamos a Toca da Fumaça para começar a subir o Morro do Macaco até o topo da Cachoeira da Fumaça. Apesar de não ser uma escalada propriamente dita essa é uma grande subida. Há pequenos córregos no caminho para encher as garrafas e um poço para se refrescar depois do lanche.

Ao final a recompensa com a mais espetacular vista do topo da Cachoeira da Fumaça. De lá, a caminhada é plana e descendo o morro, até o Vale do Capão.

Cachoeira do Sossego

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A trilha para a cachoeira do Sossego é puxada e definitivamente para poucos. São 7 km de caminhada (+- 3 horas de caminhada) e a principal dificuldade surge quando a trilha acaba e o percurso até a cachoeira deve ser pelo leito do Ribeirão. Em dias de chuva, quando as pedras estão molhadas os riscos dobram – não só pela facilidade de escorregar nas pedras lisas assim como também a possibilidade de surgir uma tromba dágua pelo cânion, normalmente no verão.

A vista da cachoeira do Sossego é recompensadora. A primeira queda tem cerca de 15 metros e um belo poço de águas escuras “convida” para um mergulho.

O ideal é partir de Lençóis bem cedo para aproveitar com mais tranquilidade e segurança a cachoeira. Não apenas a queda, mas também o caminho merece a atenção dos visitantes. Grande parte do tempo caminha-se em um vale entre paredões de estrutura sedimentar e, num determinado trecho, vê-se um “S” formado na rocha pela movimentação das camadas.

 

Gruta da Lapa Doce

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A Gruta da Lapa Doce faz parte de um complexo de cavernas calcáreas cuja entrada é feita através de uma Dolina (depressão externa formada por erosão de material calcáreo). É considerada a terceira maior do Brasil, sua dimensão ultrapassa 17 km mapeados mas no entanto, somente 850 metros são possíveis de serem percorridos pelo público.  Tem o nome de “doce” por causa de um pequeno rio subterrâneo no qual corria uma agua levemente adocicada vindo de um lençol freatico que hoje não corre mais

Nessa gruta podemos observar uma grande quantidade de espeleotemas como estalactites, estalagmites, cortinas e outras de rara beleza. Com um salão principal medindo 70 metros de altura a Lapa Doce é ampla, arejada e quase toda plana. Paga-se uma taxa individual de R$ 20,00 para visitação (variando o valor para grupos)  e são permitidos grupos de no máximo 12 pessoas acompanhados sempre por guia.

 

Trekking no Vale do Paty

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Gerais do Vieira

Considerado um dos mais bonitos do país, o trekking do Vale do Paty começa no vai do Vale do Capão e vai até Andaraí, passando por belíssimas cachoeiras inexploradas e campos de altitude que proporciona a visão de magníficas paisagens, além do precioso contato com os nativos mais isolados da região.

Esse roteiro é fruto de um trabalho bem minucioso realizado com a comunidade local, onde preza pelo desenvolvimento sustentável da região, pois além do cuidado com o meio ambiente, as acomodações são realizadas nas casas dos nativos que já foram sensibilizados a atenderem o turista da melhor forma possível, com o máximo de higiene, respeito e muita simpatia, o que gera uma nova renda muito importante para esses nativos que vivem no meio do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

Morro do Castelo

Uma das variantes desse trekking feito por uma agência de turismo de Lençóis:

1º dia:

VALE DO CAPÃO – GERAIS DO VIEIRA E GERAIS DO RIO PRETO – SR. WILSON – Início do trekking do Vale do Pati passando pelos campos de altitude do Gerais do Vieira e Gerais do Rio Preto e pela Ruinha até chegarmos na casa do Sr. Wilson. Pernoite no local. * Caminhada: 22km – grau de dificuldade: difícil

2º dia:
CACHOEIRÃO – Caminhada até o Cachoeirão. Pernoite no Sr. Wilson * Caminhada: 16km ida e volta – grau de dificuldade: médio

3º dia:
SR. WILSON – CACHOEIRA DO FUNIL E LAJEDO – MORRO DO CASTELO – DONA LÉ – Caminhada até a Cachoeira do Funil (50m) e do Lajedo (10m) (2,5km – 40min). Parada para banho. Caminhada até a casa da Dona Lé (3km). Almoço na casa de Dona Lé. Escalaminhada até o Morro do Castelo (5km ida e volta). Jantar e pernoite na casa da Dona Lé. * Caminhada: 10km – grau de dificuldade fácil até a Dona Lé e difícil para o Morro do Castelo.

Vista de cima do Cachoeirão

4º dia:
DONA LÉA – SR. MASSUR – Caminhada pelo Vale do Pati até a casa do Sr. Massur, próximo ao Vale do Cachoeirão. Paradas para banho durante a travessia no Rio Pati. Acomodação, jantar caseiro e pernoite na casa do Sr. Massur. * Caminhada: 12km – grau de dificuldade: médio

5º dia:

SR. MASSUR – ANDARAÍ – Pela manhã, caminhada final pela ladeira do império até Andaraí. * Caminhada: 16km – grau de dificuldade: médio.

Fonte: Bahia.com.br

Marimbus

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Em meio a uma imensa planície inundada, lagoas interligadas de águas mansas, se tornam o refúgio ecológico para grande diversidade de aves e peixes.

Em meio à vegetação fechada de arbustos e às várias vitórias-régias que enfeitam a superfície da água, em uma paisagem singular, o Marimbus se assemelha a um pequeno pantanal em pleno coração da Chapada Diamantina.

O resultado é este quadro enfeitiçado e destoante, envolto por morros, grutas e cachoeiras que abundam no recorte da Chapada. O chamado “Pantanal da Chapada” fica entre as cidades de Lençóis e Andaraí.  A magnífica biodiversidade divide-se entre as lagoas Encantada, do França, dos Paus, do Baiano e do Ferreira, após a belíssima nascente de águas cristalinas do Olho D’Água.

Marimbus

Morador do Remanso cruzando o Marimbus

O visitante pode aproveitar para passear de barco ao longo da vasta extensão de lagoas e curtir mais de perto toda a exuberância desse cenário rico em peculiaridades. Banhos, mergulhos e pesca são propícios na maior parte dos trechos.

A pequena comunidade quilombola do Remanso, situada bem no meio do Marimbus e mantenedora de costumes e culturas ancestrais, é também imprescindível de se visitar.
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Para reservar passeios de canoa pelo Marimbus diretamente com a comunidade do Remanso ligue para 75 9823 7980

Poço Azul – Cemitério de preguiças gigantes

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Poço Azul

Durante alguns meses do ano, por apenas algumas horas do dia, o sol que entra na caverna do Poço Azul, município de Nova Redenção, na Chapada Diamantina, incide nas águas de um azul cristalino formando um incrível feixe iluminado. No fundo desse poço, escondido em meio à matéria decantada, esconde-se um segredo valioso. Trata-se de um depósito de fósseis da megafauna que habitou a América do Sul durante o Pleistoceno, entre 2 milhões e 10 mil anos atrás.

Em 1997, o cinegrafista subaquático Túlio Schargel encontrou por acaso um fóssil de proporções inexistentes na época atual. Descobriu que se tratava da costela de uma preguiça gigante. Oito anos depois, Túlio voltou ao local para estudar a vida desses grandes herbívoros. Dessa vez, foi acompanhado por uma respeitável equipe de paleontólogos: Castor Cartelle Guerra, da PUC de Minas Gerais; Mauro Chagas, curador do museu da mesma instituição; François Pujos, pesquisador francês de preguiças gigantes nos Andes; e Gerry de Iuliis, pesquisador canadense desses animais na América do Norte. Eles encontraram um tesouro no fundo do poço: só de preguiças gigantes, havia quatro espécies diferentes.

Fossil da Preguiça Gigante encontrada no Poço Azul

Foram encontrados também fósseis de um mastodonte, animal do porte de um elefante asiático; um pampatério, espécie de tatu que podia chegar a 3 metros de comprimento; e fósseis de um texodonte, outro herbívoro de grande porte, semelhante aos rinocerontes.

A expedição ao Poço Azul contou com mergulhadores especializados em cavernas, que levaram, entre outros equipamentos, câmeras subaquáticas ligadas à superfície, e um aspirador de pó subaquático que evita suspensões na água. Na superfície, um bote de borracha deu o apoio necessário na retirada do material. Tudo foi registrado pela Produtora Grifa Mixer, com o objetivo de fazer um documentário sob direção de Maurício Dias e Túlio Schargel, com patrocínio da Petrobras. A idéia final é fazer da preguiça gigante um símbolo da Chapada Diamantina e criar um museu na entrada do Poço Azul, no qual os esqueletos ficarão montados para visitação pública.

Ficha técnica: Preguiça gigante
Identificação: Eremotherium laurillardi (as preguiças gigantes são um grupo diversificado, do qual fazem parte várias espécies)
Idade: Pleistoceno (entre 2 milhões e 10 mil anos atrás)
Tamanho: 6 m de altura
Características: Caminhava lentamente, apoiando-se sobre os lados dos pés e das mãos. Apresentava o corpo recoberto por pêlos e possuía garras
Alimentação: Gramíneas e folhas. Utilizava a cauda robusta, além dos pés, para formar um tripé e alcançar os ramos e brotos mais altos das árvores
Localização: Viveu no Brasil e nos países vizinhos da América do Sul

Fonte: www.horizontegeografico.com.br

Fumaça Waterfall Trekking

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The Cachoeira da Fumaça (“Smoke Falls”, once known as “Glass Falls”, after the pilot who discovered it in 1960) was believed to be Brazil’s highest waterfall, until Cachoeira do Araca was recently discovered in the Amazon. This waterfall is known as Cachoeira do El Dorado. It is 353 m high.

It’s located in Vale do Capão and was named that way because the tiny water flow is sprayed by the wind before it touches the ground, 380 meters (more than 1000 feet) down from where it first fell. However, depending on the season, it can be completely dry.

There are two ways to reach it: from above, walking 6 kilometers (3.75 miles) from the ecological base placed in the Vale do Capão, or from below, after a three-day trek starting from Lençoís, Chapada’s best-known city.